domingo, 3 de setembro de 2017

Time sem vergonha!

O cenário era perfeito: casa cheia, resultados das outras partidas ajudando, adversário desfalcado... só faltou combinar com os jogadores do Remo. Mais uma vez o time foi sem vibração, com muitos passes errados e lançamentos, na verdade chutões, sem objetividade. 35 mil pessoas saíram do Mangueirão decepcionadas, gritando "time sem vergonha!", e é essa exclamação que define o que foi o Remo, ontem, contra o Sampaio, a "Bolívia querida", que fechou a casinha e venceu a partida sem sofrer qualquer tipo de pressão.

O lance inicial já deixou os remistas assustados: o atacante Uilliam girou sobre a zaga e chutou, Vinícius fez belíssima defesa. O primeiro ataque remista encheu a torcida de esperança. Jaquinha tocou para Flamel, o camisa 8 girou e foi derrubado por Valderrama, pênalti! Eduardo Ramos foi pra bola, tirou do goleiro, mas também tirou do gol... bola na trave! frustração no Mangueirão. A partir da penalidade desperdiçada, Eduardo Ramos passou a errar lances bobos, como passes e até mesmo domínios. O Sampaio, porém, aproveitou o momento tenso e foi ao ataque, até que Jaquinha agarrou Jeferson Recife na área. Mais um pênalti! Dessa vez, nada de trave, bola no fundo do barbante após a cobrança de Fernando Sobral. Pressionado pelo placar e pela torcida o Remo tentou encurralar o Sampaio, mas faltava inspiração. Em bola jogada na área, Jayme perdeu grande chance. Minutos depois, Jayme não desperdiçou: Flamel achou um passe primoroso e o garoto azulino venceu Alex Alves. Gol do Leão! Empate no Mangueirão. E o primeiro tempo terminou assim.

Eduardo Ramos foi o vilão da tarde (Foto: Wagner Santana)
O segundo tempo foi parecido com o primeiro: partida equilibrada, torcida empurrando e o Remo sem criatividade. Pimentinha esteve em tarde apagada. Logo no início Jayme perdeu grande chance dentro da área, tudo bem que Zé Aquiraz travou o chute. Edgar entrou no jogo no lugar de Flamel, mas não acrescentou em nada. As laterais azulinas estiveram muito abaixo da média, principalmente o improvisado Ilaílson. Vinícius voltou a ser providencial: após triangulação do ataque do Sampaio, ele cortou o cruzamento de Pedro Costa. Aos 24 minutos, não teve Vinícius que desse jeito: João Paulo bobeou, perdeu a bola quase dentro da área e viu, caído, Uilliam marcar 2 x 1 para o time visitante. O clima ficou pesado no estádio e o Sampaio teve chances de aumentar o placar, mas faltou velocidade e em algumas oportunidades Vinícius salvou o Leão. Danilinho entrou, mas foi o mesmo que nada, pois foi expulso e a torcida do Remo aplaudiu a decisão do árbitro; um claro sinal de raiva e frustração. Ao fim do jogo as vaias foram inevitáveis.

A torcida fez sua parte (Foto: Wagner Santana)

REMO: Vinícius; Ilaílson, Leandro Silva, Martony e Jaquinha; João Paulo, Dudu (Danilinho), Flamel (Edgar) e Eduardo Ramos; Pimentinha e Jayme (Luiz Eduardo). Técnico: Léo Goiano.

SAMPAIO CORRÊA: Alex Alves; Pedro Costa, Fredson, Odair e Jeferson Recife (Wellington Rato); Valderrama (Felipe Marques), João Vitor (Zé Aquiraz), Diego e Hiltinho; Fernando Sobral e Uilliam. Técnico: Francisco Diá.

domingo, 6 de agosto de 2017

Saudades, campeões dos campeões!

Na última sexta-feira, o Paysandu comemorou 15 anos do título de Campeão dos campeões com uma vitória dos jogadores daquela época sobre a seleção brasileira máster, que conta com Marcelinho Carioca, Giovanni, Edilson e outros craques. Teria sido melhor se os jogadores daquela época tivessem entrado em campo ontem, contra o Figueirense (SC). Novamente o Paysandu foi derrotado em casa e volta a flertar com a zona do rebaixamento.

Foto: Fernando Torres
O time da casa começou com mais posse de bola e sempre buscando as extremas com Magno e Bergson, entretanto foi o Figueira que teve o primeiro escanteio a seu favor, Robinho jogou na área e Magno tirou. Logo aos 18 minutos, Perema recebeu seu terceiro cartão amarelo e não enfrentará o Oeste (SP), pela 20ª rodada. Ayrton tentou marcar contra seu ex-time de longe, mas Saulo defendeu fácil. O Figuerenese assustou aos 25 quando Bruno Alves, de fora da área, chutou por cima do gol de Emerson; aliás, o goleiro bicolor completou 150 jogos pelo clube. Em bola jogada na área por Peri, o zagueiro Gualberto, livre, perdeu grande oportunidade de abrir o placar, a cabeçada saiu pelo lado direito do gol. Quando o 1º tempo parecia definido, o Figueirense marcou: Renan Mota saiu de dois adversários e achou Robinho, que só tirou de Emerson. Figueirense 1 a 0, e intervalo.

O Paysandu voltou para o segundo tempo com Hayner no lugar de Ayrton. O Paysandu se lançou ao ataque. Magno foi muito acionado, mas Anselmo não aproveitou as chances que os bicolores criaram. Rodrigo Andrade também jogou bem, mas faltou acertar o último passe. O Figueirense voltou ao ataque e em bola nas costas da zaga Emerson teve que sair do gol para evita o gol de Renan Mota. Marquinhos Santos ousou e colocou Marcão no lugar de Peri. O técnico do Figueirense respondeu com Luidy no posto de Renan Mota. O Figueirense se recuou e o Paysandu atacava de forma apressada. Bergson foi mal de novo, e o Figueira tentava explorar os contra-ataques, mas Perema e Gualberto estavam bem postados. E assim a partida foi se arrastando, resultado final: Paysandu 0 x 1 Figueirense.

Foto: Globo esporte
PAYSANDU: Emerson; Ayrton (Hayner), Perema, Gualberto e Peri (Marcão); Nando Carandina, Renato Augusto e Rodrigo; Magno, Bergson e Anselmo (Fábio). Técnico: Marquinhos Santos.

FIGUEIRENSE: Saulo; Leandro Almeida, Bruno Alves e Henrique Trevisan; Ferrugem (Dudu Vieira), Patrick, Zé Antônio, Renan Mota (Luidy) e Iago (Bruno Santos); Robinho e Henan. Técnico: Marcio Coelho.

sábado, 29 de julho de 2017

Ruim com ele, pior contra ele

No reencontro de Marcelo Chamusca com o Paysandu Sport Club, o ex-técnico bicolor levou a melhor. Sem dificuldades, o Ceará fez 2 a 1 no Paysandu, que marcou com Magno. O jogo foi marcado pela semelhança de estilo de jogo das equipes. O Paysandu estacionou na 16ª posição, e agora vai encarar outro ex-técnico, Givanildo Oliveira, que está no Santa Cruz.

Chamusca levou três pontos de Belém (Foto: O povo)
A partida começou com o Paysandu ligeiramente melhor, por jogar em casa e ter a obrigação da vitória. Com o meia Rodrigo Andrade jogando pela primeira vez como titular o Paysandu rodou muito a bola, em mais uma partida de pouca inspiração de Bergson. Ainda antes dos 15 minutos, o Ceará atacou de forma fatal: o bom meia Ricardinho recebeu livre nas costas de Peri e cruzou de primeira, Elton subiu mais que Ayrton e fez o gol. O Paysandu passou a ter mais a bola, mas sem objetividade. Marcão quase não tocou na bola. Novamente Elton, atacante do Vozão, apareceu, mas finalizou pra fora. A única boa chance do Paysandu foi com Gualberto, que cabeceou pra fora escanteio cobrado por Ayrton.

O segundo tempo foi bem mais movimentado e corrido. O time de Marcelo Chamusca tocou muito a bola no meio-campo, enquanto o Paysandu de forma apressada, buscava o gol. Marquinhos Santos tirou o volante Rodrigo e colocou o veloz Magno, e foi justamente o camisa 31 que empatou: Peri se apresentou pelo meio e achou o atacante entre dois defensores, Éverson saiu do gol e Magno tocou fraco, só tirando dele. Tudo igual. Anselmo também entrou no jogo. O Ceará quase marcou, mas Emerson espalmou a falta cobrada por Ricardinho. Se Marquinhos viu sua estrela brilhar com o gol de Magno, Marcelo Chamusca, o surreal, também foi feliz, pois sacou Elton e pôs Arthur, e, aos 32 minutos, o atacante decretou o placar final, em um gol que pode ser considerado falha de Emerson. Anselmo ainda tentou empatar, mas faltou calma. Final: Paysandu 1 x 2 Ceará.

Magno comemora seu primeiro gol pelo Paysandu (Foto: Wagner Santana)
PAYSANDU: Emerson; Ayrton, Perema, Gualberto e Peri; Renato Augusto, Augusto Recife (Fábio), Rodrigo (Magno) e Rodrigo Andre; Bergson (Anselmo) e Marcão. Técnico: Marquinhos Santos.

CEARÁ: Éverson; Tiago Cametá, Tiago Alves, Luiz Otávio e Romário; Richardson, Pedro Ken, Ricardinho (Lima) e Lelê; Roberto (Cafú) e Elton (Arthur). Técnico: Marcelo Chamusca.

domingo, 23 de julho de 2017

Lombardi ataca novamente!

Responsável direto pela derrota para o Londrina (PR), dentro da Curuzu, por 2 a 1, e cometeu um pênalti bobo contra o Vila Nova (GO), o zagueiro e ainda por cima capitão do Paysandu, Fernando Lombardi, voltou a aprontar: dessa vez, ele cometeu a falta (besta) que resultou na vitória do Brasil de Pelotas (RS), além disso, desperdiçou uma chance clara de gol, na pequena área. Pelo menos Marquinhos Santos o substituiu antes que ele fizesse mais besteira...

Logo com dois minutos, o time de Pelotas jogou a bola na área e Lincom cabeceou no travessão do goleiro Marcão. O centroavante subiu livre. A resposta bicolor veio com um uma bela enfiada de Bergson para Magno, mas o cruzamento do camisa 31 achou ninguém e passou direto. Após equilíbrio e troca de passes dos dois lados, o Brasil chegou ao gol: cobrando falta próxima a área, o volante Itaqui, de pé esquerdo, fez um golaço, sem chances de defesa para Marcão. O gol saiu aos 31 minutos do primeiro tempo. O Paysandu tentou empatar ainda no primeiro tempo, mas os cruzamentos de Ayrton não surtiram efeito, tão pouco as tentativas do meia Rodrigo Andrade.


O Paysandu voltou mais esperto para o segundo tempo, jogando mais no campo do adversário. Leandro Camilo, ex-jogador do Paysandu, falhou, aos 4 minutos, Marcão invadiu a área e chutou duas vezes, foi travado, na sequência, Rodrigo Andrade chutou e novamente a bola ficou na zaga. Aos 7 minutos, Fernando Lombardi cometeu mais uma de suas falhas, chutando a bola longe, mesmo com o gol sem goleiro e de dentro da pequena área. Os bicolores lamentaram muito... e a lamentação aumentou quando Lombardi derrubou Marcinho de forma desnecessária, na cobrança da falta, a barreira abriu e Marcão foi surpreendido. Gol do Brasil de Pelotas, através do meia Nem, que usou a camisa 10. Marquinhos Santos colocou o Papão pra cima, colocando em campo o estreante Anselmo, e justamente Anselmo foi quem deu a assistência, meio sem querer, para o atacante Marcão fazer o gol de honra bicolor. Agora, o Papão caiu para a 16ª posição, na boca da zona de rebaixamento.

BRASIL: Marcelo Pitol; Éder Sciola, Leandro Camilo, Teco e Breno; Itaqui, João Afonso, Nem (Leandro Leite) e Wagner (Juninho); Marcinho e Lincom (Rodrigo Silva). Técnico: Clemer.

PAYSANDU: Marcão; Ayrton, Gualberto, Fernando Lombardi (Diogo Oliveira) e Jean; Renato Augusto, Augusto Recife (Anselmo) e Rodrigo; Magno (Rodrigo Andrade), Bergson e Marcão. Técnico: Marquinhos Santos.

Estádio: Bento Freitas. Cartões amarelos: Marcelo Pitol, Nem e Wagner (B); Fernando Lombardi (P). Árbitro: Felipe Gomes da Silva.


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quarta-feira, 19 de julho de 2017

Três pontos e um calo no olho!

Fraco, fraco. assim pode ser definido o nível técnico de Paysandu 1, Náutico 0. A partida, válida pela 15ª rodada da série B 2017, foi disputada no Mangueirão, e novamente Bergson foi o herói bicolor, anotando, de pênalti, o único gol da partida. Pênalti esse, aliás, meio "mandraque", do goleiro Tiago Cardoso sobre o desengonçado atacante Marcão. Com esses três pontos, o Paysandu afastou-se da zona de rebaixamento.

Marquinhos chegou a 100 vitorias na carreira, graças a Bergson (Foto: Fernando Torres)
A primeira chance de gol do jogo, curiosamente, foi construída pelos zagueiros do Paysandu - daí podemos ter uma noção do nível da partida -, com Fernando Lombardi cruzando na cabeça de Gualberto, que desperdiçou uma grande chance. Desde o início da partida deu pra notar a fragilidade do Náutico, muitos toques laterais, sem o mínimo de técnica ou calma. O Paysandu "dominou" o primeiro tempo, com Magno fazendo grande partida, assim como o lateral-esquerdo Peri, este, porém, recebeu o terceiro cartão amarelo e está fora do jogo contra o Brasil (RS). Em uma estocada de Magno, ele cortou e chutou, mas Tiago Cardoso defendeu bem. O Paysandu teve mais um chance, dessa vez com Fernando Lombardi, mas o fraco zagueiro estava impedido. Assim, o primeiro tempo terminou zerado.

Marcão fez somente uma defesa durante os mais de 90 minutos (Foto: Fernando Torres)
O Paysandu voltou pro segundo tempo no ataque. Com boas movimentações de Magno e Fábio, que estreou como titular, o time de Marquinhos Santos tocou bastante a bola, sempre buscando o gol, mas o Náutico jogou a partida inteira na retranca, deixando o jogo sofrível e arrastado. Aos 15 minutos, mais uma estreia no Papão: Rodrigo Andrade, meia, 29 anos, entrou no lugar de Jhonnatan, deixando o Papão com um volante e dois meias. Minutos depois, Ayrton tentou marcar, mas chutou pra fora. O gol do Paysandu até saiu, mas Bergson estava impedido. Até que aos 36 minutos, o jogo feio ficou menos pior pro Paysandu: Marcão sofreu pênalti, Bergson chamou a responsabilidade e decretou o placar final: Paysandu 1 x 0.

PAYSANDU - PA: Marcão; Ayrton, Gualberto, Fernando Lombardi e Peri; Renato Augusto, Jhonnatan (Rodrigo Andrade) e Fábio (Diogo Oliveira); Magno (Ricardo Capanema), Bergson e Marcão. Técnico: Marquinhos Santos.

NÁUTICO - PE: Tiago Cardoso; Sueliton, Breno, Feliphe Gabriel e Manoel (Iago); Amaral, Darlan, Diego Miranda (Cal) e Ávila; Erick e Alison (Leilson). Técnico: Beto Campos.

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terça-feira, 18 de julho de 2017

Em jogo de camisas 9, Remo empata com o Fortaleza

Luiz Eduardo e Paulo Sérgio foram os artilheiros da note, e Remo e Fortaleza ficaram no 1 a 1. Com esse resultado, o Leão daqui acabou na quinta colocação na tabela do grupo A da Série C, e recebe o ASA, lanterna do grupo, na próxima segunda-feira. Com uma vitoria, automaticamente, o Remo voltará ao G-4.


O Remo iniciou a partida dominado pelo time cearense, porém nada de espetacular, foi a pressão inicial tradicional de quem joga em casa, com muitos toques laterais e pouca objetividade. Em compensação, a primeira chegada do Leão daqui, foi fatal: Eduardo Ramos serviu o seu quase xará, Luiz Eduardo, e ele bateu no canto direito de Marcelo Boeck, marcando 1 a 0 com um belo gol. Primeiro gol de Luiz pelo Leão Azul de Belém. O gol deixou o Fortaleza espantado, errando passes e dando espaços para o Remo tocar a bola com seus volantes. Aos 20 minutos, o Fortaleza jogou a bola na área e Tsunami cortou o ataque; depois Weverton arriscou e Vinícius defendeu fácil. O Fortaleza voltou a pressionar e aos 33 minutos conseguiu o empate, através do centroavante Paulo Sérgio. O primeiro tempo seguiu com o domínio do Fortaleza, mas sem alteração no placar.

Os times voltaram com as mesmas formações para o segundo tempo. Paulo Sérgio, que estreou pelo Fortaleza, foi o nome da segunda etapa: primeiro ele recebeu, invadiu a área e o goleiro Vinícius defendeu. Novamente Paulo Sérgio apareceu, e mais uma vez sozinho, chutou pra fora, mas o goleiro do Leão estava nela. Os técnicos passaram a mexer em suas equipes, e o domínio do Fortaleza continuou. O Remo pouco atacou, e passou a melhorar com a entrada de Edgar, no ataque. O último ataque do Fortaleza foi com Vinícius achando Paulo Sérgio, fora da área, ele chutou forte, porém pra fora, para a sorte do Remo. Com isso, o 1 a 1 da primeira etapa foi o placar final do Clássico dos Leões.

FORTALEZA: Marcelo Boeck; Felipe, Rodrigo Mancha, Ligger e Bruno; Anderson Uchôa, Everton, Pablo e Adenílson; Paulo Sérgio e Iago. Técnico: Paulo Bonamigo.

REMO: Vinícius; Léo Rosa, Bruno Costa, Leandro Silva e Jaquinha; Ilaílson (João Paulo), Dudu, Tsunami e Eduardo Ramos (Flamel); Pimentinha e Luiz Eduardo (Edgar). Técnico: Léo Goiano.
Estádio: Presidente Vargas. Cartões amarelos: Paulo Sérgio (F); Luiz Eduardo (R). Árbitro: Antônio Santos Nunes (PI)

Bora que da, Papão!

Depois de nove jogos o time bicolor voltou a vencer pelo campeonato brasileiro da série B. a reabilitação veio sobre o Vila Nova (GO), fora de casa, com uma bela vitória, na raça, de virada: 2 a 1 foi o placar favorável ao Lobo, que contou com grandes atuações dos “Marcões”, o goleiro e o centroavante, em contra partida, Fernando Lombardi, de novo, foi péssimo no jogo, dando mais um pênalti para o adversário. Agora, o Papão espera o Náutico, no próximo dia 18, no Mangueirão.

O Papão surepreendeu no início do jogo, começou em cima, mesmo sem pressionar o adversário, mas teve mais posse de bola e conseguiu trocar passes no ataque. em bola jogada na área, Moisés, atacante do Vila, pediu pênalti de Gualberto. Nada marcado, até porque realmente não foi. Aos 17 minutos, Alipio cabeceou na trave, e na sequência Marcão salvou em cima da linha o chute de Alan Mineiro. Depois, Alan Mineiro chutou de longe e Marcão foi buscar a bola no alto. Bela defesa do goleiro do Paysandu. O Vila Nova passou a dominar e Alípio perdeu grande chance, cara a cara com Marcão, ele bateu pra fora, até de forma displicente. No apagar das luzes, Maguinho cruzou e Lombardi meteu a mão na bola, pênalti, cobrado por Alan Mineiro e gol.


O segundo tempo começou parecido com o primeiro, Paysandu com posse de bola, mas sem objetividade, enquanto o Vila Nova voltou apático para o segundo tempo. A primeira chegada perigosa foi do Lobo, com Marcão cabeceando pra fora, pelo lado esquerdo do goleiro. Minutos depois, Marcão não desperdiçou, ele recebeu de Rodrigo e, novamente de cabeça, mandou pro fundo do barbante, vencendo o goleiro Luis Carlos. O Paysandu continuou no ataque, e após mais um ataque protagonizado por Rodrigo, o lateral Ayrton quase fez o gol da virada, a bola foi pra fora. Os times tiveram modificações, e uma dessas modificações foi primordial: Fábio, que entrou no lugar de Welinton Júnior, lançou Rodrigo, o bicolor ganhou de Guilherme Teixeira na corrida e fez o gol da vitória, um belo gol por sinal. O Vila Nova não chegou a pressionar o Papão, que teve Augusto Recife e Rodrigo expulsos.

sábado, 1 de julho de 2017

o 7 te ama!

Marcelo Chamusca foi embora, alguns jogadores saíram, outros entraram, mas o Paysandu segue sem vencer no Campeonato Brasileiro da Série B. Diante do Luverdense (MT), Bergson fez 1 a 0, mas quase no apagar das luzes o time visitante empatou, com Rafael Silva, assim o Papão chega a sete jogos sem saber o que é vencer. E de quem é a culpa agora? há quem diga que é do preparador físico...

Bergson abriu o placar aos 9 minutos (Foto: Fernando Torres)
O Paysandu dominou o primeiro tempo, com passes rápidos e objetivos, assim, o gol não demorou a sair: aos oito minutos, Bergson cruzou e a finalização de Marcão foi travada à escanteio, na cobrança, o questionado Ayrton cobrou bem e Bergson, o artilheiro do parazão, subiu mais que a zaga e fez Paysandu 1 a 0. Vibração total no estádio "Vovô da cidade". Foi o segundo gol de Bergson nessa série B. Após um momento de natural equilíbrio, o Paysandu voltou a entrar na área visitante. Jhonnatan tocou para Diogo Oliveira, que achou Bergson, mas o chute saiu mascado e pelo lado direito da trave do Luverdense. O Luverdense também chegou perto de marcar, em uma delas, Ayrton evitou o gol de Rafael Silva, quase em cima da linha.

(Divulgação)
O Paysandu voltou se impondo também no segundo tempo. Destaque para o técnico Marquinhos Santos que deu muitas orientações a sua equipe. Logo aos quatro minutos, Rodrigo recebeu de Bergson, dentro da área, mas a finalização saiu errada. A pressão paraense seguiu com Diogo Oliveira, que voltou a ter uma atuação de destaque; primeiro ele chutou, a bola desviou e morreu no travessão, depois, cortou o lateral-esquerdo Paulinho e chutou cruzado, tirando tinta da trave do goleiro do Luverdense. Os escanteios também levaram perigo, primeiro Rafael Silva quase empatou, depois, Ayrton jogou na área e Perema desperdiçou; aliás, foi de Perema que surgiu o empate do LEC: em bola alta, ele resvalou mal pra trás, Léo dominou e entregou para Rafael Silva fuzilar a meta de Emerson.


PAYSANDU: Emerson; Ayrton (Lucas Taylor), Perema, Fernando Lombardi e Jean; Renato Augusto, Rodrigo (Augusto Recife), Jhonnatan e Diogo Oliveira (Welinton Júnior); Bergson e Marcão. técnico: Marquinhos Santos.

LUVERDENSE: Gabriel Leite; Gabriel Passos, Neguete, William e Paulinho; Diego (Erik), Moacir, Léo Cereja e Marcos Aurélio (Sérgio Mota); Baggio (Ratão) e Rafael Silva. Técnico: Júnior Rocha.


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