domingo, 25 de junho de 2017

Mais uma representante paraense na seleção!

Quem disse que a Tuna Luso Brasileira não revela mais craques? Talvez essa máxima ainda se faça presente no futebol masculino, entretanto, o futebol feminino cruzmaltino vai muito bem, obrigado, pois além de estar muito bem no brasileiro da 2ª divisão, o clube terá uma representante na seleção brasileira sub-20.

Trata-se de Lorena Castro, zagueira, 18 anos, mais uma vez convocada para a seleção brasileira sub-20, comandada por Doriva Bueno. A apresentação da seleção está marcada para o próximo dia 18, na Granja Comary, o centro de treinamentos da CBF, localizado no Rio de Janeiro; lá, a seleção realizará treinamentos já visando o mundial da categoria, que será ano que vem, na França. Lorena declarou-se, é claro, estar muito feliz em mais uma vez ser lembrada por Doriva Bueno.

Lorena (Foto: Wagner Santana - DOL)
A Tuna entrou em campo pelo brasileiro da 2ª divisão na última quarta-feira, e foi justamente em campo, logo após a partida, que Lorena recebeu a notícia de mais uma convocação para defender a Amarelinha. Comemoração dupla, pois o time tunante venceu o Duque de Caxias pelo placar de 3 a 1. “Tinha acabado de jogar quando me informaram. Custei para acreditar quando me avisaram, é muito gratificante quando você percebe que seus esforços estão surtindo efeito. Foi um dos melhores dias da minha vida.”, declarou a jovem zagueira.

Lorena Castro, como a maioria dos atletas de base espalhados pelo Brasil, se divide entre campo e estudo, ela cursa o último ano do ensino médio, mas tem o total apoio da família para seguir na prática esportiva: “meus pais são os meus maiores incentivadores, me apoiam e me acompanham nos jogos. Agora, com a convocação, eles ficaram super felizes”, disse Lorena, que se inspira em Formiga, ex-jogadora da seleção, nascida na Bahia, mas erradicada no Pará.

O técnico Mercy (Divulgação)
A tradição tunante no futebol feminino em termos de convocação à seleção iniciou em 2014, com as convocações de Vanessa, zagueira, e das atacantes Cássia e Irley, para a seleção principal. O atual técnico do time feminino da Tuna é Mercy, que há anos destaca-se no futsal feminino com a ESMAC. Ele teve seu nome exaltado por Lorena, assim como as zagueiras Capanema e Jéssica.


*Informações do caderno BOLA – jornal Diário do Pará

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Cadê o gol, Lobo?

E o Paysandu chegou a cinco jogos sem vencer no campeonato brasileiro da série B 2017. Mesmo com dois jogos em casa, o time bicolor não conseguiu balançar as redes adversárias e somou somente dois pontos de seis disputados, como consequência, o clube já figura na metade de baixo da tabela e não marca gols há quatro partidas. Além disso, somente dois pontos separam o Paysandu da zona de rebaixamento.

O time paraense começou melhor, com Lucas Taylor se apresentando pro jogo e Jhonnatan tocando bem a bola. A primeira finalização bicolor foi com Diogo Oliveira, mas a zaga desviou o chute do camisa 10. Depois, Diogo Oliveira achou Jhonnatan e Júlio Santos cortou o bom cruzamento. Welinton Júnior estava sumido, mas aos 11 minutos, ele recebeu de Peri e quase fez um golaço, a Fiel soltou o “uuuuuuhhh!”. O time visitante chegou pela primeira vez com o meia Rodolpho chutando de longe e Emerson mandando pra escanteio. Após estes lances a partida ficou cadenciada e com muitos lances de pouca inspiração. Rodolpho, Reis e Felipe Matheus começaram a se destacar no jogo. No apagar das luzes do primeiro tempo, Wesley, pra variar, falhou e o Boa chegou perto de marcar.

Foto: Fernando Torres
Precisando dos três pontos, Rogerinho trocou logo no intervalo: Bergson no lugar de Welinton Júnior. Com 12 minutos, mais uma mexida no Paysandu: Daniel Amorim por Marcão, mantendo um centroavante para as bolas altas na área. Os primeiros 20 minutos do segundo tempo foram marcados por muitos passes errados e poucas chegadas de perigo. Os visitantes melhoraram na disputa, enquanto o Paysandu passou a errar ainda mais passes. A última mudança no Paysandu foi Tiago Mandi no lugar de Diogo Oliveira, e em seu primeiro lance quase o camisa 25 abriu o placar da Curuzu. Passado isso, nada mais de interessante aconteceu; o Boa até marcou, mas teve seu gol corretamente anulado. O próximo compromisso bicolor é o CRB, já nessa sexta-feira, fora de casa.

PAYSANDU: Emerson; Lucas Taylor, Perema, Fernando Lombardi e Peri; Wesley, Capanema, Jhonnatan e Diogo Oliveira (Tiago Mandi); Welinton Júnior (Bergson) e Daniel Amorim (Marcão). Técnico: Rogerinho.

BOA: Daniel Luiz; Ruan, Léo Baiano, Júlio Santos e Paulinho; Geandro (Escobar), Diones, Rodolpho e Felipe Matheus; Reis (Gil Mineiro) e Wesley (Ramon). Técnico: Nedo Xavier.

Estádio: Leônidas Castro. Público total: 4.899 torcedores – renda: 51.160,00. Cartões amarelos: Peri e Wesley (P); Geandro (B). Árbitro: Marcos Matheus Pereira (MS).

domingo, 18 de junho de 2017

Só podia acabar assim...

De um lado, o surreal Marcelo Chamusca, do outro, o retranqueiro, porém líder do campeonato, Gilmar Dal Pozzo, com esses caras na beira do gramado já se podia imaginar um jogo de times defensivos que apostam nas bolas jogadas na área, e foi isso que aconteceu entre Paysandu e Juventude, no Mangueirão. Pobre de nós, que tivemos que assistir a essa partida, e ainda por cima, o Paysandu continua indo tabela abaixo. Fora, Chamusca!


Jogando em casa e precisando da vitória, o Lobo partiu pra cima, e conseguiu alguns escanteios em investidas de Ayrton e Peri. Aos 10 minutos, Diogo Oliveira acionou Marcão e após bate-rebate o goleiro Matheus evitou o gol bicolor. O Juventude não demorou a responder: Tiago Marques, o artilheiro do campeonato, soltou uma bomba, e Emerson fez grande defesa. O lance de perigo seguinte também foi do Juventude, novamente o centroavante Tiago Marques, mas dessa vez ele bateu pra fora. Sorte do Papão. Diogo Oliveira, de longe, chutou de pé esquerdo e Matheus mandou pra escanteio; detalhe que Bergson estava livre pela ponta esquerda. Após muitos passes laterais e cruzamentos, Renato Augusto arriscou da intermediária, mas nem assustou Matheus. Aos 35 minutos, duas finalizações por cima: primeiro Ramon, pelo Juventude, depois Bergson, pelo Paysandu. E o primeiro tempo acabou com vaias e placar em branco.

Como na primeira etapa, o time paraense começou com mais posse de bola, com muitos passes trocados entre Renato Augusto, Peri e Wesley, ou seja, passes sem objetividade. Chamusca mexeu cedo no Paysandu, com Daniel Amorim no lugar de Hayner. O Paysandu continuou sem inspiração, até porque, Daniel Amorim entrou muito mal e Bergson sentiu a falta de ritmo de jogo. As coisas quase pioraram pro Papão quando Marcão cortou cruzamento, mas quase fez gol contra. Como de costume, o Paysandu foi um time muito espaçado e mal postado em campo, isso deve-se ao técnico! Sem jogadas, o Paysandu ficou a mercê de bolas jogadas na área e de Bergson, mas o camisa 30 não estava em uma tarde inspirada. Assim, o jogo foi se arrastando, a torcida pressionando e o Paysandu sem reagir, com isso, o 0 a 0 foi inevitável.

Renato Augusto estreou como titular do Lobo (Foto: ESPN)

PAYSANDU: Emerson; Ayrton, Perema, Fernando Lombardi (C) e Peri; Wesley, Renato Augusto (Lucas Taylor), Hayner (Daniel Amorim) e Diogo Oliveira; Bergson e Marcão (Jean). Técnico: Marcelo Chamusca.

JUVENTUDE: Matheus Cavichioli; Vinícius, Domingues, Ruan e Maurício; Diego Felipe (Wanderson), Lucas, Leilson e Juninho; Ramon (Wallacer) e Tiago Marques (Caprini). Técnico: Gilmar Dal Pozzo.

Estádio: Mangueirão. Cartões amarelos: Perema (P); Lucas (J). Árbitro: Marielson Alves Silva. Público: 5.452 torcedores – renda R$ 61.240,00.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Papão vacilão!

Péssima. Assim pode ser descrita a atuação do Paysandu Sport Cub contra o Guarani (SP), fora de casa, em confronto válido pela 7ª rodada da série B. Contra seu ex-clube, o surreal Marcelo Chamusca foi dominado e o 2 a 0 para o Bugre ficou de bom tamanho. O Paysandu, mais uma vez, foi mal escalado, com Hayner no meio-campo e a insistência com Marcão no ataque.

Os gols do Guarani foram originados de falhas do Paysandu causadas por displicência e falta de atenção. Wesley falhou na recomposição defensiva nos dois gols, e logo no início, o veterano Fumagalli botou ele pra dançar; a torcida do Guarani foi ao delírio, pois Wesley saiu do clube brigado. Aos 14’, Bruno Nazário quase marcou, com um chutaço de canhota. Com Fumagalli botando fogo no jogo, o Guarani chegava fácil ao ataque, enquanto o Paysandu era um amontoado de jogadores correndo sem rumo e sem tranquilidade para passar a bola. O primeiro vacilo fatal foi de Ricardo Capanema, ao melhor estilo Toninho Cerezo na Copa de 82, ele virou a bola errado e após poucos toques na bola Braian Samudio fez Guarani 1 a 0. Perema quase evitou o gol.

Foto: Globo Esporte
Necessitado da virada, Marcelo Chamusca fez duas trocas no time no intervalo: Diogo Oliveira no lugar de Fernando Gabriel, e Welinton Júnior no lugar de Ayrton. Seis por meia dúzia. O Guarani quase ampliou, com Lenon chutando rente à trave de Emerson. Leandro Carvalho se movimentou bem, mas ainda peca ao querer chutar de esquerda e de qualquer lugar, assim, o Paysandu tem perdido várias chances de gol. Novamente o Guarani chegou bem, aos 20’, com Samudio chutando e Emerson, com dificuldade, defendendo. Vadão mexeu com o volante Denner no lugar de Fumagalli, alívio pro Paysandu. Após um momento de equilíbrio, o Paysandu vacilou de novo: Leandro Carvalho errou o passe ainda no campo de ataque, o Guarani aproveitou, chegou na área e Claudinho achou Braian Samudio, nas costas de Peri, 2 a 0, placar final.

GUARANI: Leandro Santos; Lenon, Genilson, Diego Jussani e Salomão; Auremir, Evandro, Bruno Nazário (Claudinho), Braian Samudio (Caíque) e Fumagalli (C) (Denner); Eliandro. Técnico: Vadão.

PAYSANDU: Emerson (C); Ayrton (Welinton Júnior), Perema, Gilvan e Peri; Wesley, Ricardo Capanema (Daniel Amorim), Hayner e Fernando Gabriel (Diogo Oliveira); Leandro Carvalho e Marcão. Técnico: Marcelo Chamusca.

Estádio: Brinco de ouro da Princesa. Público pagante: 2.776. Cartões amarelos: Bruno Nazário (G); Welinton Júnior, Peri, Ricardo Capanema, Wesley e Leandro Carvalho (P). Árbitro: Braulio da Silva Machado (SC)

sábado, 10 de junho de 2017

G-4, voltei!

O Remo não vencia jogando fora do Pará há quase um ano, curiosamente, a última vitória havia sido sobre o Confiança (SE), o adversário derrotado na última segunda-feira. A partida no estádio Batistão foi ruim de ver, com pouca inspiração dos dois lados. O placar só não terminou em branco graças a um lance de habilidade de Edgar. O Leão, que contou com Eduardo Ramos, subiu para a 4ª posição do grupo A da Terceirona.

O Confiança começou no ataque, achando vários espaços nas laterais; Álvaro, o camisa 10, começou muito bem, mostrando muita velocidade e consciência na criação das jogadas. Por outro lado, Eduardo Ramos também começou bem, mas aparecendo menos que Álvaro. A primeira finalização do Remo foi com Edgar, aos 11, mas o chute foi, na verdade, um recuo para Henrique. O Confiança voltou a atacar, e Vinícius evitou o gol de Felipe. Com o passar dos minutos, o Remo organizou-se em campo, até o limitado Mikael passou a aparecer no ataque, assim como Gerson, que foi muito acionado no 1º tempo. Aos 30, João Paulo recebeu o terceiro amarelo e “desfalcará” o Remo contra o CSA (AL), no próximo sábado. O Remo dominou os instantes finais do 1º tempo, porém nada de gol...

Edgar deu a vitoria ao Remo (Foto: Remo 100%)
O Remo voltou com Marcelo Labarthe no posto de João Paulo, ou seja, um volante por outro. Jogando de forma mais organizada que o Confiança, o Leão abriu o placar aos 5 minutos, com Edgar: após receber bom passe de Tsunami, o atacante azulino passou fácil por Felipe e chutou de pé direito, Remo 1 a 0! Minutos depois mais um azulino contundiu-se, o zagueiro Henrique, que foi substituído por Jeferson. Após as mudanças nos dois lados, o time da casa passou a chegar mais no ataque, mas sem perigo e organização. Aos 20, em bola jogada na área, Jardel cabeceou pra fora. Eduardo Ramos voltou a aparecer quase no final do jogo, deixando Jeferson cara a cara com Henrique, mas o goleiro levou a melhor. Na resposta do Confiança, Tito cabeceou pra fora escanteio cobrado por André Beleza.

CONFIANÇA – SE: Henrique; Felipe, Gabriel, Anderson e Radar (André Beleza); Jardel, Everton Santos (C), Rafael Vila (Jucimar) e Álvaro (Léo Ceará); Tiago Silví e Tito. Técnico: Leandro Sena.

REMO – PA: Vinícius; Léo Rosa, Henrique (C) (Jeferson), Igor João e Gerson; Tsunami, João Paulo (Marcelo Labarthe), Eduardo Ramos e Mikael; Edgar (Jayme) e Nino Guerreiro. Técnico: Josué Teixeira.

Estádio: Governador Lourival Batista. Cartões amarelos: Álvaro (C); Mikael, João Paulo e Nino Guerreiro (R). Público total: 4.601 torcedores – renda R$ 67.398,00. Árbitro: Antônio Neuri Cláudio Costa (AC).

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Jogar bem ou vencer?

Embalado pelo título estadual, o Paysandu recebeu o Santos, no Mangueirão, tendo que reverter um placar de 2 a 0. Assim como foi na Vila Belmiro, o primeiro tempo do Paysandu foi excelente, mas para o azar da Fiel Bicolor, Vanderlei evitou três gols do time paraense e Bruno Henrique voltou a aprontar. Mais uma boa atuação que terminou em derrota... agora o Papão foca na estreia na Série B, contra o Oeste (SP), na Curuzu.

Finalmente Marcelo Chamusca sacou o centroavante do time e colocou o Paysandu em campo no esquema 4-4-2, dessa vez com Wesley, Augusto Recife, Rodrigo e Diogo Oliveira iniciando a partida, e foi o 10 do Papão que quase abriu o placar: após receber de Bergson, Diogo deixou Lucas Veríssimo de bumbum no chão e chutou. Vanderlei realizou grande defesa. O Santos passou a tocar a bola no campo de ataque e a partir de uma falha de Augusto Recife abriu o placar, com Bruno Henrique, aos 26 minutos, recebendo livre na pequena área. Antes do gol, Vanderlei salvou o Peixe ao evitar gol do volante Wesley. O Paysandu chegou mais uma vez perigosamente com Rodrigo, e, pra variar, Vanderlei defendeu, espalmando pra escanteio.

As equipes voltaram sem modificações para o segundo tempo, que começou com o Bicola no ataque, tanto que logos aos 3 minutos, Diogo Oliveira empatou. Rodrigo recebeu pela direita, passou por Jean Mota, Thiago Maia e Cléber, jogou na área e Diogo chutou firme no canto esquerdo de Vanderlei. Belo gol, que acordou a Fiel. Bruno Henrique voltou a mostrar posicionamento perfeito: primeiro arrancou livre e finalizou para defesa de Emerson; quatro minutos mais tarde, não teve jeito, após Vitor Bueno jogar na área, o atacante Santista venceu Emerson com um chute rasteiro. Chamusca colocou Alfredo e Will nos lugares de Bergson e Wesley. O jogo esfriou, as equipes passaram a tocar a bola sem objetividade. Após algumas tentativas do Paysandu, o Santos fechou o placar com Kayke, livre nas costas de Gilvan. Fim de papo, Paysandu 1 x 3 Santos. Paysandu eliminado.

PAYSANDU: Emerson; Ayrton, Perema, Gilvan e Hayner; Wesley (Alfredo), Augusto Recife, Rodrigo (Ricardo Capanema) e Diogo Oliveira; Leandro Carvalho e Bergson (Will). Técnico: Marcelo Chamusca.

SANTOS – SP: Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Cléber e Jean Mota; Thiago Maia, Renato (Leandro Donizete), Vitor Bueno e Lucas Lima; Bruno Henrique (Thiago Ribeiro) e Ricardo Oliveira (Kayke). Técnico: Dorival Júnior.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Os selecionados de um campeonato fraco

O parazão 2017 chegou ao fim. O Paysandu conquistou o título sobre o Remo e teve o artilheiro do campeonato, Bergson, com 11 gols. Desde 2010, com Moisés, o Papão não tinha o artilheiro da competição. Os clássicos entre Papão e Leão foram marcados por nível técnico baixo, infelizmente isso foi só um reflexo de um parazão fraco tecnicamente, com poucas revelações e muitos jogos decididos em bolas aéreas.

Tentamos (com muito esforço) e selecionamos cerca de 20 atletas que não maltrataram tanto a bola quanto a maioria dos atletas profissionais que defenderam os dez participantes do parazão 2017. Começando pelo gol, Emerson até teve bons concorrentes, como André Luiz, Evandro e Roger Kath, mas o título e uma boa sequência sem sofrer gols, credenciaram Emerson como o melhor goleiro do campeonato.

A seleção do campeonato paraense 2017 para o Blog Jogada Paid'égua
Continuando na defesa, a lateral-direita teve nomes rodados como Léo Rosa, Cleidir e Leandrinho, além de Rodrigo, do Independente, mas Léo Rosa foi fundamental ao Remo e fica com a camisa 2. Perema, por tudo que conhecemos e por não ter sentido o peso da camisa do Lobo é o primeiro zagueiro, sendo acompanhado por Igor João, que deu a volta por cima na carreira e enfim, aos 24 anos, firmou-se no Remo. Novamente a lateral-esquerda não teve muitos destaques, vejo Tubarão (São Raimundo), Edinaldo (Águia) e Mocajuba (Independente) como os mais estáveis, sendo Mocajuba o escolhido, pela experiência e pelo terceiro lugar conquistado.

Na meiuca, tivemos times com volantes excelentes como Rodrigo (Paysandu), Lucas Vitor e Tsunami (Remo); Dudu e Chicão (Independente); e Dedeco (Castanhal), porém elejo Tsunami e Rodrigo para a contenção. O setor de criação, assim como a lateral-esquerda sofreu; tanto Paysandu e Remo, quanto os interioranos apostaram em três volantes e velocidade nas pontas. Pela atuação na reta final, coloco Diogo Oliveira como o 10, ficando sozinho para criar as jogadas. Outros bons nomes foram Biolay (Pinheirense), Alexandre e Chaveirinho (São Raimundo); Elson (Castanhal), Flamel (Remo) e Eric (Águia).

Por tudo que fez na reta final do campeonato, Bergson foi o craque da competição (Foto: Divulgação)
Na contramão do restante, o ataque foi à parte do time que teve mais destaques: Bergson e Leandro Carvalho (Paysandu); Edgar, Gabriel e João Victor (Remo); Magno e Monga (Independente); Bilau e Tiago (São Raimundo); Fidélis e Pimenta (Paragominas); Willian Sarôa (Castanhal), Tiago Mandi e Vinícius (Águia). Desses, seleciono Tiago Mandi, Bergson e Monga. Edgar fica de fora por ter caído muito de rendimento após os episódios extracampo envolvendo-o.

Todo time tem que ter um técnico, e elejo Léo Goiano, do Independente como o melhor técnico do campeonato paraense 2017, por toda dificuldade que se tem em dirigir um time pequeno e pelo fato de ter vencido Remo e Paysandu, e ter terminado o campeonato invicto dentro de casa, além da conquista do terceiro lugar.
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